sábado, 15 de novembro de 2008

Em todo tempo, eu achei estar fazendo o melhor que eu podia.
E talvez estivesse.
Em todo tempo, eu tentei mudar de rumo, ou esquecer, mas foi difícil.
E agora, eu perdi a voz.
Já não sei o que pensar, ou o que dizer.
Eu errei, fiz besteira, pedi perdão, não fui perdoada e nem sempre perdoei...
A vida ás vezes pode ser cruel.
E nossos maiores medos, podem se tornar realidade.
Mas aí, quando a forte tempestade vem, você percebe que nem é tão forte assim e que você também consegue superar...
Nos acostumamos com tudo.
Sofremos, mas superamos.
Ás vezes não entendemos, ás vezes é mesmo uma facada pelas costas.
E quem vai dizer como deveríamos nos sentir?
E quem vai julgar ser certo ou errado?
Quem de nós é tão certo que nunca errou?
Ou tão correto que nunca tenha entrado em contradição?
Ou tão perfeito, que vai sempre acertar?
Ninguém.
Quem de nós nunca magoou de verdade alguém?
Ou feriu um coração mais que tudo?
Ou quem de nós nunca foi ferido?
A vida é assim.
Eu nem sei se tô bem ou se tô mal...
Tô apenas sei lah.
Talvez meio triste.=/
Mas vai passar...Tah passando...

Fiquem com DEUS!

Sempre!

^^

7 comentários:

kinha disse...

"Não que estivesse triste, só não sentia mais nada..." As vezes gosto desse estado de inércia de não saber sentir se estou bem ou mal.

Mariá Ortolan disse...

lindo texto. Parabéns.
talvez falte coragem para nós encararmos a vida como apenas uma passagem, apena um pedaço da grande existencia que há. errar e acertar eh tão relativo, maguar e ser maguado é tão relativo, mas o segundo é algo totalmente imutavel, por mais desculpas q haja no mundo ;x

G. Sontachi disse...

oi, eu vou te dar um peteléco!

eu sei como é não sentir nada, voce se sente morta, mesma com as suas amigas em volta e blá!
cara, vou falar mais uma vez, VAI SER FELIZ.mesmo c.c

Deborah Nay disse...

Ah... sei lá o que comentar...

Vai ler um gibi!
;)

Thiago disse...

isso é bom pra gente perceber monte de coisa.

Anônimo disse...

Chama-se:
APATIA.

Ana Paula disse...

Eu permito comentários anônimos, mas pq não dizer quem é?